A gente só vê duas coisas nas pessoas ... O que queremos ver, e o que eles querem nos mostrar.
Não importa o quão próximas duas pessoas são, uma distância infinita as separa.

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Pense...

Todo o sistema em que vivemos, leva-nos a acreditar que somos impotentes, fracos,a sociedade é má, cheia de crime e por ai a diante, é tudo uma grande mentira.
Nós somos poderosos, lindos e extraordinários, não há razão para não percebermos quem realmente somos e pra onde vamos. Não há nenhuma razão para um individuo normal não ser realmente forte.

Agora, na nossa cultura fomos treinados para que as nossas individualidades se destacassem. por isso olhas para cada pessoa e ela é imediatamente mais esperta, mais burra, mais velha, mais nova, mais rica, mais pobre, e fazemos todas estas distinções dimensionais, pomo-la em categorias e tratamo-la dessa maneira.
E chegamos ao ponto em que só vês os outros separados de nós, do modo em que eles estão separados.

Bill Hicks costumava terminar os seus espetáculos assim: a vida é como uma viagem num parque de diversões. E quando optas por viajar, julgas ser real, pois é quanto poderosas as nossas mentes são. Na viagem desces e sobes, tens emoções fortes e é muito brilhante e colorida, há muito barulho e é divertido por um bocado
Alguns viajam há muito tempo e começam a questionar: será isto real, ou apenas uma viagem, e outros lembram-se, viram para nós e dizem: Ei, não te preocupes, não tenhas medo, nunca. Isto é só uma voltinha. e matamos essas pessoas. Calem-no! investi imenso nesta viagem, calem-no! Olhem para minha cara de chateado. Olhem para minha conta bancária e para minha família, isto tem que ser real... É só uma voltinha. Mas matamos sempre aquelas pessoas que sempre te têm dito, Já reparaste? e deixamo-nos entregar a bicharada...
Mas não importa por que é só uma viagem, é apenas uma escolha. sem esforço, sem trabalho, sem profissão sem poupanças. Só uma escolha agora mesmo entre o medo e o amor.

em: Zeitgeist (assista ZeitGeist)

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Em Busca do Direito dos Homens


    Sim, as mulheres, elas estavam loucas para se equipararem, perante a sociedade, aos homens. Lutaram durante décadas por direito iguais e em 1968 queimaram até sutiãs em praça pública – Uma sorte, pois nessa época os sutiãs eram abomináveis. – Ganharam direito ao voto, ao divórcio e tiveram GRANDE crescimento no mercado de trabalho. Mas, como se isso não bastasse, elas, pra baterem frente a frente conosco, resolveram, também, serem escrotas.
    Agora, elas não sofrem com sofriam as princesinhas de antigamente, elas são fortes, possuem direitos e são donas do próprio nariz. Não possuem peito? – Elas colocam. – Não têm dinheiro? – Elas trabalham. – O namorado largou? – A fila andou. – Foi chifrada? – Foi o cara que descontou o primeiro chifre por parte dela.
    E você, meu camarada, querendo enviar um ramalhete de rosas pra ela até no Sábado de Aleluia? – ACORDA! O tempo agora é outro. Meus amigos, praticamente todos, namoram ou estão casados. Não há um laço afetivo nisso tudo, eles, na verdade, estão mantidos em cativeiro, foram pegos ardilosamente por essas mulheres más e estão prestes a passar uma vida inteira atada pelo feminismo.
    A ideia era dividir as tarefas de casa, mas já estou vendo homem mandando a mulher tirar o sapato pra não pisar no chão da sala recém-lustrado. Já peguei meu amigo colando recortes no livro de receitas. Pedindo silêncio pra escutar, com clareza, a propaganda do novo sabão em pó ultra-mega-multi-cores e dizendo a mulher qual é o bico da mamadeira certo para dar o leite à criança. Ela na cerveja, ele na caipirinha. Ela no jogo, ele na Ana Maria.
    Elas vieram devagar, capinando cada caminho, chorando todas as lágrimas possíveis, fazendo facetas de coitadas até que nós, idiotas, cedemos o espaço pra elas agarrarem às rédeas.
    Precisamos, urgentemente, queimar nossas cuecas na rua, criar movimentos machistas, pois o saco é nosso e temos o direito de coçá-lo. Queremos, ao menos, ser o escroto da relação, pois nós, diferentemente delas, sabemos cadenciar o nível da maldade.
Cuidemo-nos.

Texto de Panza Guerson

sábado, 11 de junho de 2011

ignorância move o mundo...

Este fim de semana como não pude fazer tudo aquilo que tinha planejado em virtude de alguns inconvenientes (podem rir), sobrou mais tempo para me dedicar a leitura de alguns textos que já havia agendado mas que ainda não tinha posto os olhos nem mesmo em uma única frase. No ultimo Rock do dia (se não me engano) a frase foi de Mayer Amschel Rothschild, falava sobre dinheiro, praticamente denunciava a RF nos Estados Unidos da América, pois bem, sábado à noite resolvi pesquisar um pouco sobre ela, pois me interesso bastante por política e coisas do tipo, encontrei um site que no mínimo é fantástico, nele estava citada a mesma frase relacionada a um big texto sobre a roubaria política, porem com o foco no entendimento do sistema monetário, gostei muito.

“Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis." Mayer Amschel (Bauer) Rothschild.

Todo aquele que controla o volume de dinheiro de qualquer país é o senhor absoluto de toda a indústria e comércio, e quando percebemos que a totalidade do sistema é facilmente controlada, de uma forma ou de outra, por um punhado de gente poderosa no topo, não precisaremos que nos expliquem como se originam os períodos de inflação e depressão. ”
James Garfield presidente americano, 1881.